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sábado, janeiro 04, 2014

Tarte Romeu e Julieta


O nome dessa tarte vem da clássica e deliciosa mistura do queijo (o nosso “Romeu”) com a goiabada (a doce “Julieta”).
É conhecida aqui em casa como a tarte da tia Piedade... porque ela a faz como ninguém, com paciência e carinho.
Desta vez, como não tínhamos goiabada, fizemos com doce de cereja, que também “casou” muito bem com o queijo (ai Romeu, Romeu... desafiando a fidelidade!?).

Enfim, façam o casamento que quiserem e não deixem de celebrar... é mesmo bom!

Ingredientes para a base:

1 pacote de bolacha tipo “Maria” (sempre mulheres a rodear o romeu!)
100 g de manteiga sem sal derretida

para o recheio:

1 chávena (chá) de leite morno
3 colheres (sopa) de manteiga sem sal
300 g de requeijão (de vaca) ou ricotta
1 lata de leite condensado
3 ovos

Modo de fazer:

Prepare a base, misturando a bolacha triturada com a manteiga e forre uma forma de tarde (as de fundo amovível são óptimas). Reserve.

Ferva o leite com a manteiga.
No liquidificador coloque o requeijão e vá colocando o leite quente aos poucos, batendo.
Deite o leite condensado, os ovos e volte a bater.

Despeje na forma, delicadamente, e leve ao forno (que não está pré-aquecido) a 150º, para que asse lentamente (verifique com um palito que o recheio está já sólido; cuidado para não queimar).

Deixe arrefecer e cubra com o doce.

Quando estiver totalmente fria pode retirar da forma.

Um amor irresistível!!!

quinta-feira, junho 06, 2013

mousse gelada de morango


Esta é uma receita versátil. Tanto pode servir como mousse, ou como gelado. Muito simples de fazer e irresistível!

Precisa de:

1 lata de leite condensado
1 lata de natas (usar a lata de leite condensado como medida)
1 pacote de gelatina de morango
1 caixa de morangos, lavados e sem o pé

servi com uma cobertura de chocolate. Usei:
1 tablete de chocolate negro derretido em 1 pacote de natas (200 g).

Para fazer, nada mais simples:

1. dissolver a gelatina em 250 ml de água quente; deixe arrefecer ligeiramente e coloque no liquidificador;
2. juntar o leite condensado, as natas e os morangos.
3. bater mais ou menos por 5 minutos. Deve ficar um creme sedoso.

Se quiser servir como mousse, é só colocar numa taça e deixar arrefecer no frigorífico. Decorar a gosto.

No meu caso, servi como gelado. Forrei uma forma com película aderente; coloquei no fundo morangos cortados ao meio; coloquei metade do creme de morangos e nas laterais da forma coloquei mais morangos cortados ao meio (a parte cortada para fora). Encher com o resto do creme de morangos.
Ficou no congelador de um dia para o outro.
Na hora de servir, fiz a cobertura de chocolate e coloquei por cima.

hummm.... uma delícia!

sábado, dezembro 17, 2011

rabanadas da vovó


E porque o Natal se aproxima, resolvemos apresentar algumas das receitas que fazem parte da nossa tradição.

Uma das melhores coisas desta época é juntarmo-nos à volta do fogão mantendo as tradições vivas!
Cá em casa sempre fazemos as rabanadas da maneira que a vovó Nair fazia!... são deliciosas! molhadinhas e muito macias!
Qual o segredo? muito carinho e paciência e como a vovó dizia, "as rabanadas para ficarem boas, têm que beber o leite que quiserem..."
e assim continuamos a fazer.

E boas festas para todos...


Para as rabanadas precisa de ter à mão:

Pão tipo "cacete" (de dois dias)
leite
açúcar
ovos
pau de canela
raspa de limão
manteiga
óleo para fritar
canela em pó
(as quantidades são q.b. como é costume nas "grandes" receitas!)

os segredos?

Comece por cortar o pão em fatias grossas e coloque numa travessa funda.
Separar as gemas das claras; bater as claras em castelo e ir juntando as gemas, uma a uma, continuando a bater.
Levar o leite a ferver com um pouco de manteiga (uma colher sopa para 1 litro de leite), açúcar (a gosto), a raspa de limão e o pau de canela.
Logo que levante fervura colocar por cima das fatias de pão, deixando absorver bem.
Entretanto leve o óleo a aquecer (deve ser suficiente para as rabanadas ficarem a "boiar")
Vá retirando as fatias de pão do leite... deixe escorrer um pouco e passe pelos ovos.
Leve a fritar no óleo quente... virando (só uma vez) para ficar douradinha dois dois lados.
Retire e coloque em papel absorvente para retirar o excesso de gordura...
e assim sucessivamente até acabar o pão... vá aquecendo o leite que for sendo necessário... e se forem muitas rabanadas é bom substituir o óleo (ou coar) para retirar os resíduos e não ficar queimado.


Deixem arrefecer ... misturar açúcar com canela e polvilhar as rabanadas.

Aqui em casa há quem goste de provar as rabanadas ainda morninhas... outros preferem no dia seguinte... mas na ceia de Natal não podem faltar!

sábado, abril 23, 2011

Arroz doce para a 1ª Páscoa do Henrique!

Esta é a primeira Páscoa do Henrique e já vai ser iniciado nas tradições aqui de casa! 
Se ainda não pode comer o arroz doce, pelo menos já vai ver o pessoal "lamber os beiços" e pedir mais!! 



A receita que aqui deixamos é a da tia Cândida... uma delícia! Não podemos passar sem ele!
Feliz Páscoa a todos!  

Precisa de:


- 2 chávenas (chá) de arroz "carolino" (grão redondo, glutinoso, o melhor para o arroz ficar bem cremoso)
- 2 1/2 chávenas (chá) de açúcar
- 2 litros de leite (gordo ou inteiro)
- 2 paus de canela
- 6 gemas de ovos
- casca de 1 limão
- sal q.b.
- água q.b.
- canela em pó q.b.

Modo de fazer:


Numa panela ampla, coloca-se um pouco de água (suficiente para "abrir" o arroz), o sal, 1 pau de canela e a casca de limão.

Leva-se a aquecer em lume médio.

Entretanto, à parte, aquece-se o leite, no qual se colocou o outro pau de canela.

Quando a água iniciar fervura deita-se o arroz, espalhando-o com uma colher de pau. À medida que a água for secando, vai-se juntando o leite quente (reservar um pouco para desfazer as gemas).
Para o arroz não pegar no fundo da panela, tem que se ir mexendo sempre com a colher de pau e mantendo uma fervura moderada.

Colocam-se as gemas numa tigela e junta-se-lhes o bocado de leite que ficou reservado.

O arroz deve estar cozido quando o leite acabar. Se não estiver ainda cozido (o que pode suceder devido ou ao tipo de arroz ou ao fogo estar demasiado forte, secando o arroz depressa demais sem cozer) vai-se juntando mais leite quente, até que fique totalmente cozido. 

Junta-se o açúcar, deixa-se secar um pouco mais e quando estiver com a textura desejada, retira-se do fogo. Convém não esquecer que o arroz quando arrefecer vai sempre "ligar" um pouco mais. A textura tem muito a ver com o gosto de cada um. Nós aqui gostamos dele bem cremoso.

Junta-se de seguida a mistura de gemas e leite, passada por um coador.
Vai outra vez ao fogo uma última vez a fervilhar ligeiramente para cozinhar as gemas.


Coloca-se em travessas, retira-se o pau de canela e a casca de limão e decora-se com canela em pó.



O segredo do arroz doce? alguma prática e, sobretudo, calma e paciência... acho que é por isso que o arroz doce da tia Cândida é tão bom! 
Para o ano, o Henrique já vai poder comer e pedir mais!!


quarta-feira, abril 20, 2011

A Páscoa vem aí com Pão-de-ló




A Páscoa está chegando e por isso é tempo de ir lembrando as receitas tradicionais.   E o pão-de-ló é uma delas, pelo menos aqui por estes lados.  A Fifi não pode passar uma Páscoa sem ele. A receita que aqui deixamos é da nossa querida São que faz desde sempre e nos ensinou.
Como é uma receita básica, pode ser utilizado para qualquer base de bolo ou torta, acrescentando qualquer recheio ou cobertura.
Pode ainda ser aromatizado com raspa de laranja, limão, ou com baunilha (mas o tradicional não leva mesmo nada).
Deliciem-se com esta massa saborosíssima!

Primeiro, para dar o formato clássico do pão-de-ló, é preciso forrar uma forma (de alumínio, com chaminé) com papel (utilizamos 4 folhas de papel de desenho A4). Foi colocado um copo para segurar bem o papel; será depois retirado antes de entrar no forno. Se quiserem desenformar e não forrar com papel, devem untar a forma com manteiga e enfarinhar.

O tamanho do bolo vai depender do número de ovos que utilizar. Para este pão-de-ló de tamanho médio, utilizamos 14 ovos (os nossos eram caseiros e por isso o bolo ficou mesmo amarelinho).

E do número de ovos depende a quantidade de açúcar e de farinha: uma colher de sopa por cada ovo (bem cheia para o açúcar e rasa para a farinha).

O forno deve ser pré-aquecido (± 200º).

Depois o segredo é só bater assim:

- separar os ovos e bater as gemas com 8 colheres de açúcar; bater muito bem, até ficar um creme fofo e aumentar de volume (parece que este é o segredo para qualquer bolo ficar fofo).
- bater as claras em castelo firme, juntando 6 colheres de açúcar.
- misturar nas gemas as 14 colheres de farinha peneiradas, envolvendo delicadamente e alternando com as claras.













Já está! Colocar a massa na forma, retirar o copo que ficou segurando o papel, e levar ao forno mais ou menos por 45 minutos. Fazer o teste do palito para verificar se está cozido.
Quando estiver pronto, retirar da forma e deixar em cima de uma rede para arrefecer. Ou pode deixá-lo mesmo dentro do forno desligado...

Que cheirinho! E que sabor!

E não se esqueçam que para cortar pão-de-ló não se usa faca! É mesmo com a mão: assim manda a tradição nortenha!

domingo, março 08, 2009

Crumble de maçã

Esta é uma sobremesa deliciosa e muito fácil que aprendi com a querida Mª João. 

E além de tudo, nutritiva, sendo ideal para as crianças.

Utilizei o que tinha por casa:

maçãs 
açúcar amarelo
amêndoas
aveia em flocos

Para fazer, nada mais simples:

Comecei por cozer as maçãs. Utilizei maçãs Granny Smith, porque era as que tinha em casa, mas pode ser feito com qualquer outra maçã. Descasquei, cortei em pedaços e cozi no microondas até amolecerem (não é preciso juntar água). 
Depois de cozidas, passei com a varinha mágica até ficarem em puré. Coloquei num prato redondo, onde ia ser servida.

Enquanto arrefecia, tratei de descascar as amêndoas. Primeiro, coloquei-as em água quente para retirar a pele. Depois tratei de as torrar ligeiramente (fiz numa frigideira anti-aderente, mas pode utilizar o forno). Quando estavam torradas, enrolei-as num pano e parti-as grosseiramente (para isso, fui batendo com um soquete de madeira).

Em seguida, tratei do crumble: na frigideira, em fogo baixo e mexendo sempre, coloquei a aveia, deixei torrar um pouquinho, adocei com açúcar amarelo e juntei as amêndoas já picadas. 
Envolver bem; o açúcar vai derretendo e ligando tudo. Cuidado para não deixar o açúcar queimar, porque senão pode ficar amargo. Pode também juntar um pouquinho de manteiga.
Não deixe arrefecer completamente... vá mexendo para ir ficando em pedacinhos. Pronto, o nosso crumble está pronto. 

Agora, é só colocar por cima do puré de maçã e servir. 
Fica óptimo servir ainda morno, acompanhado de gelado de baunilha.

Não indiquei quantidades... mas não tem como errar. Se fizer muito crumble... pode guardar e utilizar com iogurte, ou com outra fruta qualquer. 

sábado, novembro 01, 2008

Arroz Doce da Tia Cândida


Mais umas vindimas 
na Vivenda S. Domingos (Tinto dos Tintos) e na Casa do Rosmaninho (Branco do Rosmaninho). 

Este ano as uvas eram poucas mas a alegria e a festa, como sempre, foram abundantes. Os amigos estiveram presentes para ajudar no trabalho e na comilança!


Depois do "caldo" (sopa com carne e enchidos), nada melhor do que uma sobremesa típica para adoçar a boca...
A tia Cândida fez o seu arroz doce incomparável... e decorado a rigor.

Deixamos aqui a receita para quem quiser partilhar uma dos nossos doces preferidos!


Precisa de:


- 2 chávenas (chá) de arroz "carolino" (grão redondo, glutinoso, o melhor para o arroz ficar bem cremoso)
- 2 1/2 chávenas (chá) de açúcar
- 2 litros de leite (gordo ou inteiro)
- 2 paus de canela
- 6 gemas de ovos
- casca de 1 limão
- sal q.b.
- água q.b.
- canela em pó q.b.

Modo de fazer:


Numa panela ampla, coloca-se um pouco de água (suficiente para "abrir" o arroz), o sal, 1 pau de canela e a casca de limão.

Leva-se a aquecer em lume médio.

Entretanto, à parte, aquece-se o leite, no qual se colocou o outro pau de canela.

Quando a água iniciar fervura deita-se o arroz, espalhando-o com uma colher de pau. À medida que a água for secando, vai-se juntando o leite quente (reservar um pouco para desfazer as gemas).
Para o arroz não pegar no fundo da panela, tem que se ir mexendo sempre com a colher de pau e mantendo uma fervura moderada.

Colocam-se as gemas numa tigela e junta-se-lhes o bocado de leite que ficou reservado.

O arroz deve estar cozido quando o leite acabar. Se não estiver ainda cozido (o que pode suceder devido ou ao tipo de arroz ou ao fogo estar demasiado forte, secando o arroz depressa demais sem cozer) vai-se juntando mais leite quente, até que fique totalmente cozido. 

Junta-se o açúcar, deixa-se secar um pouco mais e quando estiver com a textura desejada, retira-se do fogo. Convém não esquecer que o arroz quando arrefecer vai sempre "ligar" um pouco mais. A textura tem muito a ver com o gosto de cada um. Nós aqui gostamos dele bem cremoso.

Junta-se de seguida a mistura de gemas e leite, passada por um coador.
Vai outra vez ao fogo uma última vez a fervilhar ligeiramente para cozinhar as gemas.

Coloca-se em travessas, retira-se o pau de canela e a casca de limão e decora-se com canela em pó.



O segredo do arroz doce? alguma prática e, sobretudo, calma e paciência... acho que é por isso que o arroz doce da tia Cândida é tão bom!  



domingo, outubro 26, 2008

Mousse de chocolate

E que tal fazer uma sobremesa clássica? Pois é, não pode haver festa sem uma boa mousse de chocolate. Em casa da Avó Ró era assim... e nós aprendemos a fazer com ela uma mousse saborosíssima, sem açúcar e sem manteiga! Querem melhor? Experimentem!


Precisa de:

Chocolate de culinária
Ovos (1 ovo para cada barrinha de chocolate ou, se quiserem mais escuro, 6 ovos para 200grs de chocolate)

E para fazer, nada mais fácil:

Comece por separar a clara das gemas. Passe as gemas por um passador fino para retirar toda a película (esse é o segredo para não ficar com cheiro a ovo).

Derreta o chocolate em banho-maria com um pouquinho de leite; quando estiver derretido, apague o fogo mas mantenha o chocolate junto da água quente; acrescente as gemas ao chocolate e misture bem para ficar tudo envolvido. Reserve.

Bata as claras em castelo firme. Junte a mistura de chocolate e vá envolvendo delicadamente.

Só isso... depois é passar para uma taça bonita e levar ao frigorífico até à hora de servir.

Servir com morangos é uma opção bonita...

Deliciem-se!

domingo, outubro 12, 2008

Broa (bolo) de milho


 Conservatória (RJ), capital da seresta! Passamos por lá e pudemos aproveitar a noite de 6ª feira para ouvir o grupo de seresteiros passear pela praça cantando e encantando com as modinhas antigas. Foi como passear no tempo...

Ficámos hospedados na Pousada Amora, da simpática D. Deolinda Saraiva que nos contou ainte ter antepassados portugueses. 
Recanto acolhedor, caseiro e com uma mesa de pequeno almoço
 ("café da manhã") de não querermos deixar de provar nada! pão e compotas caseiras (feitas com as frutas do quintal), bolos e tantos "quitutes" de chorar por mais!

Ficamos com a receita da Broa de milho que na verdade é um bolo feito com farinha de milho e também conhecido por broa mineira. 
Obrigado Ana Paula por partilhar connosco esta delícia!

Aqui fica então... agora partilhada com este nosso mundo da culinária.

Ingredientes

1 chávena de óleo
2 chávenas de açúcar
4 ovos
1 chávena de leite a ferver
1 chávena de farinha de trigo
1 chávena de fubá (farinha fina de milho)
1 colher (sopa) de fermento em pó
2 colheres (sopa) de erva doce

Modo de fazer

Bater bem no liquidificador o óleo, o açúcar e os ovos;
Adicionar o leite quente e voltar a bater;
Adicionar, aos poucos, a farinha, o fubá e o fermento, batendo até que fique uma massa homogénea.
Misturar por fim a erva doce, sem bater.
Colocar em forma untada e enfarinhada e levar a assar em forno médio (±180º). Fazer o "teste do palito", estando pronto quando este sair limpo.

Nós comprovamos que é uma delícia. O gostinho da erva doce dá um toque diferente, mas se não gostarem do sabor podem não por.

E... se alguma vez passarem por Conservatória, a Pousada da Amora é um bom poiso!
D. Deolinda e Ana Paula, esperem por nós! quem sabe voltaremos! E podem ir enviando outras receitas boas!
 



 

sexta-feira, setembro 19, 2008

Mousse de maracujá



Ainda no Pantanal...

depois de uma saída de barco, do banho no rio, das lontras, das capivaras e de todos aqueles pássaros tão lindos...






saboreamos uma deliciosa mousse de maracujá.


E que linda estava!

a maneira de fazer é simples... e resulta sempre.

Utilize:
1 lata de leite condensado
1 pacote de natas (creme de leite, no Brasil), sem o soro
1 medida da lata de sumo de maracujá concentrado

misture tudo, batendo no liquidificador ou na batedeira.

Coloque em recipiente e leve ao frigorífico.
Pode utilizar a fruta para colocar por cima, junto com as sementinhas,
Fica lindo!

Depois disso, só um sono retemperador, no silêncio ruidoso do Pantanal.

sábado, agosto 30, 2008

Canjica

(foto daqui)

Ainda na sequência do Intercâmbio Culinário e da parceria que fizemos com a Márcia, quisemos também fazer canjica.
Esta já não é novidade na nossa casa porque a vovó Nair costumava fazer sempre na Páscoa, 6ª Feira Santa. Já era costume assim na casa dos pais dela e habituámo-nos a ouvi-la dizer que por causa do jejum (??), precisávamos de ter à mão qualquer coisa mais forte para comer. E aí vinha a canjica!
Aqui em Portugal não é conhecido... aliás o milho branco, só mais recentemente tem sido utilizado, por causa da culinária africana que tem tido, nos últimos anos uma grande divulgação por aqui.

Também ficamos curiosos em saber mais qualquer coisa sobre a designação "canjica".
Ficamos a saber aqui que nos estados de São Paulo, Mato Grosso e Goiás, pode chamar-se “curau”, e que no Rio de Janeiro encontra-se também como “canjiquinha” e, em Minas Gerais, como “papa de milho”. Será? Pensávamos que "curau" era feito com milho verde e não milho branco, como a canjica que conheço!
Também vi que se pode chamar de mugunzá! Realmente não há dúvidas que a comida vai se adaptando às diferentes regiões em que é utilizada e vai ganhando nomes e versões diferentes. Que riqueza!
Quem tiver mais informações que esclareça!

Parece também que o termo canjica vem do quimbundo africano - língua falada pela tribo dos bantos de Angola- Kanjika. Outros dizem que a palavra vem do malaiala - idioma de Malabar, região da Ásia – Kanji, significando “arroz com água”.

Parece ter sido costume, nas mesas da gente do Rio do Janeiro (mesmo antes da chegada da corte portuguesa ao Brasil, no início de 1800) ter quase sempre como sobremesa a canjica temperada com açúcar.

E olhem só as expressões que também são utilizadas:

“Pôr fogo na canjica”para apressar, animar. Ou “Socar canjica” para andar a cavalo, em trote, sem amortecer o choque do corpo na sela. No Rio Grande do Sul, estar, viver ou andar “com as canjicas de fora” significa rir.
Não é o máximo?

Agora a receita:

Precisa de

- 1/2 kg de canjica (milho branco)
- açúcar a gosto
- sal q.b.
- 1/2 litro de leite (pode precisar de mais um pouco)
- 1/2 colheres (sopa) de manteiga
- 2 paus de canela
- 1 vidro de leite de côco (há quem não utilize, mas lembro que a vovó colocava sempre)

- canela em pó para polvilhar
- também fica bom amendoim torrado e moído (era assim que comíamos em S. Lourenço, quando íamos de férias, para casa da tia Lourdes e do tio Zeca - que saudades!).

Fizemos assim:

Na véspera colocamos o milho de molho.
No dia pusemos a cozinhar, com uma pedrinha de sal (a água deve só cobrir), em fogo lento (o processo é o utilizado para o arroz dôce); pode utilizar a panela de pressão.
Quando estiver macio juntar a canela em pau, o leite e deixar apurar, cozendo lentamente, juntando o leite necessário para ficar bem cremoso.
Quase no final, juntar açúcar a gosto, o leite de côco e a manteiga. Deixar ferver mais um pouco para apurar (atenção: sempre fogo baixo, mexendo, com cuidado para não queimar).

E pronto...
Lá em casa ficava mesmo na panela e cada um ia se servindo, polvilhando com canela e/ou amendoím moído ou côco ralado.
Uns gostavam de comer ainda quente... eu preferia frio... a vovó dizia que no dia seguinte ainda era melhor.
Convém guardar no frigorífico porque pode azedar.
E pode voltar outra vez ao fogo, juntando-se mais leite para voltar a ferver e acrescentar o molho.

mais uma receita... e assim vamos passando, de "boca em boca", trocando-se sabores e memórias, fazendo-se história, num verdadeiro intercâmbio culinário!








domingo, junho 22, 2008

Bolo de coco da Beth


Um bolo de coco delicioso! Decorado serve para bolo de aniversário... como foi o caso aqui. A cobertura faz a diferença.
Mas pode ser apenas um bolo para o lanche...

Esta receita foi dada pela prima Beth e o bolo foi feito com muito carinho por ela e pela tia Micá!
Ficou uma delícia! E lindo!

Aqui fica desvendado o segredo delicioso!

Fazer primeiro o pão de ló com:

5 ovos
2 chávenas de açúcar
8 colheres (sopa) de água
2 chávenas de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó

Bater as claras em castelo e reservar.
Bater as gemas com a água até ficarem esbranquiçadas; vá adicionando o açúcar e continuando a bater até ficar um creme fino.
Misturar, sem bater, a farinha de trigo (peneirada com o fermento) e, por último, delicadamente, as claras em castelo.

Levar ao forno pré aquecido, moderado.

Entretanto prepare o recheio com:

1 lata de leite condensado
a mesma medida de leite
3 gemas
2 colheres (sopa) de maizena
1 colher (café) de baunilha

Misture bem todos os ingredientes, leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até ficar um creme.

Quando o bolo estiver pronto, deixe arrefecer e corte-o ao meio.
Coloque a parte de baixo do bolo no prato de servir, fure com um palito e humedeça o bolo com um pouco de leite de coco adoçado a gosto.
Cubra com o recheio.

Coloque por cima a outra metade do bolo. Volte a furar com o palito e a humedecer com o leite de coco (utilizamos 200 ml de leite de coco para humedecer o bolo).


Reserve e prepare a cubertura:

2 chávenas de açúcar
1 chávena de água
250 grs de côco ralado
3 claras

Leve a água com o açúcar numa panela ao fogo até começar a engrossar (ponto de calda). Cuidado para não deixar escurecer.
Bata as claras em castelo firme e vá deitando a calda de açúcar (ainda quente), continuando sempre a bater. Continue a bater até arrefecer.
(no caso de querer pode juntar corante de culinária para dar cor; aqui deixamos branco)

Utilize para cobrir o bolo.


Deite por cima côco ralado.
Aqui utilizamos côco fresco, apanhado no quintal e ralado na hora. Isso é um privilégio!!
Utilizando côco ralado de pacote, convém hidratar um pouco para ficar mais húmido.

Leve ao frigorífico até à hora de servir.

sábado, abril 26, 2008

Pavlova


Esta sobremesa tão bonita foi a nossa amiga Paula B. quem preparou. É fácil de fazer e deliciosa! E óptima para aproveitar claras.
Pode fazer também em doses individuais, como mostra a foto tirada daqui.

De qualquer maneira fica sempre lindíssima.
Obrigado Paula, pela receita!

Vai precisar de:

4 claras
uma pitada de sal
175 g de açúcar
margarina para untar
16o g de açúcar
1 colher de chá de maisena
1 colher de chá de vinagre
2,5 dl de natas
30 g de açúcar em pó
250g de frutos frescos a gosto (morangos, framboesas, amoras, mirtilhos)

Forre um tabuleiro com papel vegetal e desenhe-lhe um círculo com mais ou menos 24 com de diâmetro (ou mais pequeno se desejar fazer doses individuais). Unte o papel com a margarina

Bata as claras em castelo firme com uma pitada de sal, juntando, a pouco e pouco, 175 g de açúcar.
Misture 160 g de açúcar com a maisena e junte suavemente às claras.
Por fim, adicione o vinagre.
Deite as claras em monte sobre o círculo desenhado no papel e abra um buraco no centro.
Leve a cozer em forno muito brando (100ºC), cerca de 120 minutos (ou menos tempo se gostar do suspiro mais mole).
Deixe arrefecer dentro do forno.

Entretanto bata as natas bem frias com o açúcar em pó até ficarem espessas.
Solte o merengue do papel vegetal, cuidadosamente, humedecendo a parte de baixo.
Deite as natas no centro do merengue e enfeite com os frutos à escolha (fica muito bonito se misturar vários frutos silvestres).

Agora é só deliciarem-se!

sábado, fevereiro 23, 2008

Cheese cake com maracujá


Uma sobremesa deliciosa também feita pela Paula para o jantar de aniversário do maridão, aqui na Cidade Maravilhosa - Rio de Janeiro.
Irresistível!!!

Primeiro a massa:

200 grs de bolacha tipo "Maria" (ou biscoito Maizena) trituradas com 100 grs de manteiga. Forre com essa massa o fundo e laterais de uma forma de fundo amovível. Reserve no frigorífico.

Siga fazendo o recheio:

500 grs de queijo creme (tipo Polenghi ou Philadelfia) misturado com 1 colher (café) de baunilha, 150 grs de açúcar, 4 ovos e 200 grs de iogurte natural. Pode bater tudo no liquidificador para virar um creme.

Despeje sobre a massa reservada e leve ao forno pré aquecido até cozer.

Entretando faça a calda de maracujá:

Colocar numa panela a polpa de 3 maracujás (ou 4 se forem pequenos) com um pouco de açúcar (a gosto). Deixar apurar em fogo baixo. Deve ficar uma calda.

Deixe a tarte arrefecer um pouco e cubra com a calda.

Reserve no frigorífico até à hora de servir.

Irresistível!!

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Filhóses da Tia Deolinda

(foto daqui)


Em muitos locais as filhoses (ou filhós) são um doce típico do Carnaval. Ainda me lembro de serem feitos no fogão de lenha... e do cheirinho... e de toda a brincadeira...
Esta receita foi-nos enviada (pelo telemóvel, tal era a pressa de fazer!) pelo nosso querido amigo Afonso D.! 
Não sei se ficaram tão boas como as da Tia Deolinda... mas... saborosas estavam!

São feitas assim:

Cozinhar uma fatia de abóbora (bem amarelinha) em água (muito pouca) com sal, um fio de óleo, casca de limão, casca de laranja e 1 pau de canela.  
Deixar arrefecer um pouco, retirar o pau de canela e as cascas de limão e laranja. Escorrer a abóbora e triturar com a varinha mágica. 
Deixar  arrefecer e juntar 3 colheres (de sopa) de açúcar, 5 ovos, 800 grs de farinha de trigo (sem fermento), 1 colher (sopa) de fermento em pó, misturando tudo muito bem. 

(Se quiser que fique mais amarelinha, shiiiiiiu..... eis o segredo da tia Deolinda, junte um pózinho de açafrão...)

Tirar colheradas e fritar em óleo quente.
Ou então fazer tipo panquecas, numa frigideira anti aderente, só untada de óleo.

Pode polvilhar com canela e saborear...

Há diversas receitas diferentes e aqui pode encontrar uma. Vale a pena experimentar!

segunda-feira, janeiro 21, 2008

cuscuz "não baiano"


O meu amigo J. Luis não pode comer coisas muito doces e por isso resolvi adaptar uma receita de cuscuz baiano, usando substituto de açúcar (adoçante em pó) e prescindi do leite condensado.
Em vez disso, servi com compota sem açúcar (de compra)... 
E não é que ficou bom?... 
Claro que de baiano tem pouco... mas é uma alternativa boa para quem quiser cortar no açúcar...


Ingredientes:

250 g de tapioca
1 pacote de coco (150 g e um pouco de leite – de vaca ou de coco - para hidratar)
adoçante em pó a gosto
1 colher (chá) de sal
1 lata de leite de coco 
compota ou qualquer doce de fruta sem açúcar


Modo de fazer

Misture bem a tapioca e o coco já no tabuleiro onde vai ser servido.
Se usar o coco ralado de pacote, convém hidrata-lo primeiro com um pouco de leite. Utilizamos leite de coco, mas há quem faça com leite de vaca.
Aqueça o leite de coco misturado com água até ficar morno (não deixe ferver). 
Acrescente  o sal e o adoçante em pó e vá mexendo bem. Prove e adoce a gosto. 

Por último vá acrescentando o leite de coco morno, aos poucos, misturando bem; nós colocamos uma chávena de cada vez; a tapioca vai absorvendo o líquido... vão verificando a consistência... fica como um pudim durinho (Convém ter água morna adoçada para o caso de ser preciso mais água).
Quando toda a água tiver sido absorvida, cubra e leve ao frigorífico até à hora de servir (ou deixe mesmo à temperatura ambiente se preferir).
Na hora de servir, pode colocar por cima mais coco ralado e acompanhar com o doce escolhido.
Claro que pode sempre servir com o tradicional leite condensado... nesse caso, a dose de açúcar é que aumenta!

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Leite Creme


Já aqui tínhamos deixado esta receita. Mas, satisfazendo o pedido da Bicuka aqui fica outra vez. Esta que é uma das receitas mais tradicionais e muito popular aqui por casa e arredores.

Ingredientes necessários:
  • 1,2 l de leite
  • 8 gemas
  • 9 colher (sopa) de açúcar
  • 3 limões (casca)
  • 1 pau de canela
  • 3 colher (sopa) de amido de milho
  • açúcar q.b
Faça assim:
Leve um litro de leite ao lume, juntamente com o pau de canela e as cascas de limão, até ferver. 
À parte, junte o açúcar com o amido de milho e as gemas. Verta sobre esta mistura o restante leite frio, aos poucos e mexendo sempre, seguido do leite quente. 
Leve ao lume, em banho-maria, sem parar de mexer (muito importante!), até engrossar (não deixe ferver). 
Tire do calor e elimine a canela e as cascas de limão. 
Transfira para o recipiente onde vai servir.
Polvilhe com açúcar e queime com um utensílio próprio. 
No caso de não ter ferro de queimar pode polvilhar com açúcar e colocar no grelhador já bem aquecido (para que seja rápido).
Por aqui há quem não goste do leite queimado... se for o caso, pode servir simples... ou com um fio de caramelo...

Boa sobremesa!! 
(especialmente para a Bicuka, boa companhia com a Fifi!!)

sábado, novembro 24, 2007

Bolo de Cenoura no Micro


Andamos em maré de fazer experiências com o microondas. Agora foi a vez de um bolo de cenoura (publicado na revista Tele Culinária, nº 1482).
O que nos agrada nestes bolos é a facilidade e a rapidez com que são feitos. E ficou delicioso!
Agora não há desculpas!! Toca a adoçar a boca ao pessoal e contribuir para olhos – mais – bonitos!!

Vai precisar de:

350 g de cenouras raladas
350 g de farinha
300 g de açúcar
1 colher (sopa) de fermento
4 ovos
1 dl de óleo
manteiga ou margarina para untar q.b.
farinha para polvilhar

Se quiser cobertura:

1 lata de leite condensadochocolate em pó q.b.
1 colher (sopa) manteiga

Faça assim:

Num copo liquidificador, junte a cenoura ralada, os ovos, o açúcar e o óleo, triturando tudo muito bem.

Retire para uma tigela e adicione a farinha e o fermento e envolva bem.

Unte uma forma de silicone com manteiga, polvilhe com farinha e verta o preparado anterior para a forma (na receita original sugerem uma forma de buraco; como não tinha não usei; mas acho que até ficaria melhor).
Leve ao microondas durante 10 minutos (na potencia de 1000w), retire e deixe descansar uns 5 minutos. 

Desenforme.

Se quiser cubra com a cobertura de leite condensado: misture o chocolate no leite condensado na quantidade que desejar (mais ou menos escuro), junte a manteiga e leve ao microondas uns 2-3 minutos, só para derreter a manteiga e envolver tudo bem.

Cubra o bolo enquanto ainda estiver quente e deixe escorrer. Enfeite com uma folhinha de hortelã.

Ou, em vez da cobertura de leite condensado, pode simplesmente polvilhar com açúcar em pó.

Ou... usar outra qualquer cobertura a gosto... ou nenhuma...


Experimentem e vão ver como é fácil e delicioso!

sábado, outubro 20, 2007

BOLO DE CHOCOLATE DE MICROONDAS



Temos andado um pouco ausentes... pelo que pedimos desculpa a todos os nossos visitantes.
Mas agora estamos de volta e prometemos continuar a trazer ideias saborosas!
E para começar a “nova temporada” nada como uma receita bem docinha! Foi feita ainda em Agosto e tem sido repetida já por várias vezes pois foi sucesso absoluto!


Esta é uma receita que encontramos num outro “sítio” que costumamos visitar (http://rapotacho.blogspot.com) e que fomos guardando... a oportunidade de o fazer surgiu numa tarde de chuva que trouxe também uma vontade súbita de comer chocolate. Mas tinha que ser alguma coisa rápida e fácil. Fazer bolo no microondas!
A Bibi achou a ideia óptima e metemos mãos à obra.
E não é que saiu mesmo bom! Era ver o bolinho a subir... desenformar com aquele molhinho todo... comer quentinho... uhm.... de “soltar os cachorros”, pois!!!...

Só precisa de misturar:

4 ovos inteiros
1 chávena (chá) de chocolate em pó
2 chávenas (chá) de leite
2 chávenas (chá) de açúcar
2 chávenas (chá) farinha
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
1 pitada de sal
100 grs. de manteiga

Depois de tudo misturado, bater com a batedeira por mais ou menos 3 minutos.
Coloca-se o preparado numa forma de pirex (tipo soufflé e própria para ir ao microondas), que foi previamente untada com um pouco de manteiga.

Leva-se ao microondas (na potencia máxima) durante 4 minutos e mexe-se (nem precisa de retirar a forma do microondas).


Volta-se a marcar mais 4 minutos e verifica-se como está – o tempo de cozedura pode variar em função da potencia do microondas; nós tivemos que colocar mais 2 minutos. O bolo cresce e vê-se que está solto dos lados apesar de no fundo da forma a massa ficar um pouco fluida.
Esperar 5 minutos para desenformar. O creme que ficou no fundo vai escorrer pelo bolo, dando a aparência de cobertura.



Sucesso garantido!

domingo, junho 24, 2007

Bolo de Morangos da Isaura



Dia do primeiro aniversário da Teresa, a menina mais nova da nossa família. Festejamos em casa da vovó Lalá e quem trouxe o bolo foi a Isaura. Foi uma festa deliciosa! E até a festejada pequenina se lambuzou do bolo colorido e docinho!

Realmente o bolo é saborosíssimo, a massa fica húmida e é muito fresco. Vale a pena experimentar!


Ingredientes

5 ovos separados
5 colheres (sopa) de leite
150 g de açúcar
1 pacotinho de açúcar baunilhado
120 g de farinha
20 g de maizena
1 colher (café) de fermento

morangos q.b. para recheio e decoração
2 pacotes de natas
açúcar q.b.


Para fazer:

Adicionar o leite às claras e bate-las em castelo.
Depois juntar o açúcar e a baunilha, continuando a bater.
À parte, mistura-se, com um garfo, as gemas dos ovos com um pouco de leite e juntam-se às claras. Bate-se mais um pouco para envolver tudo
Adicionam-se as farinhas peneiradas com o fermento e envolve-se delicadamente.
Coloca-se em forma untada e enfarinhada.
Vai ao forno quente a cozer durante 25-30 minutos.

Entretanto prepara-se o recheio:

Picam-se os morangos para um recipiente com bastante açúcar e deixa-se repousar (mais ou menos 25 a 30 minutos).

Depois do bolo frio, corta-se este ao meio e rega-se com a calda que ficou dos morangos.
Batem-se as natas até ficarem firmes, recheia-se a metade inferior do bolo e coloca-se, por cima, os morangos picados. Tapa-se com a parte superior, barra-se tudo com o resto das natas e decora-se com os morangos.

Levar ao frigorífico.

p.s. Estamos aguardando que nos mandem a foto do bolo original. Entretanto utilizamos esta que é daqui http://www.dako.com.br/aplicacoes/receitas/01sql07/images/fgbolomora.jpeg